A piora das expectativas ocorrida em setembro, acentuada pela perda do grau de investimento, resultou em nova alta do dólar (8.95%) e recuos do IMA‐Geral (0.37%) e do Ibovespa (3.36%). Diante desse cenário, os fundos Cambiais, com alta de 9,92%, foram novamente destaque de rentabilidade no mês, seguidos pelo tipo Multiestrategia, com valorização de 3.44%. No mercado de renda fixa, os maiores retornos foram registrados pelos fundos Referenciados DI (1.13%), enquanto, na renda variável, os fundos com gestão ativa mitigaram as perdas do Ibovespa.
As rentabilidades acumuladas no ano e em 12 meses apresentam tendências semelhantes àquelas observadas em setembro. Influenciados pela alta do dólar, os fundos cambiais também acumulam as maiores rentabilidades em ambos os períodos: 51.21% e 63.78%, respectivamente. Com a carteira de alguns fundos alocadas em investimentos no exterior, os tipos multimercados Macro e Multiestrategia também se destacam, com altas de 17.58% e 16.87%, no ano, e de 21.01% e 20.21%, em 12 meses, respectivamente.
Quanto ao fluxo de recursos, a indústria voltou a registrar resgate líquido em setembro, de BRL6.1 bilhões, com saída de recursos nas cinco categorias de maior Patrimônio Líquido regulamentadas pela Instrução CVM nº 409, exceto Previdência. Esse resultado, no entanto, foi influenciado pelo resgate de BRL12.7 bilhões em um fundo Referenciado DI e pelos ingressos líquidos de BRL7.1 bilhões em um FIDC, e de BRL4 bilhões em um FIP, todos pertencentes ao segmento corporativo. Com esse resultado, a captação acumulada no ano recuou para BRL25.5 bilhões.
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